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Começou a dar nas vistas com uma cozinha mais descontraída, mas nos últimos tempos, e já depois de ter conquistado em França em 2022 o programa Top Chef, Louise Bourrat está cada vez mais focada no fine dining. Não há dia em que o Pica-Pau não esteja concorrido, provando que a aposta em bons pratos de conforto, seguindo os mandamentos de Maria de Lourdes Modesto, estava certa. Esteja atento, a primeira newsletter estará na sua caixa de correio em breve!
Moda, livros e comida italiana: 20 paragens obrigatórias na Rua da Escola Politécnica
Subscreva a nossa newsletter para receber as novidades e o melhor da sua cidade Subscreva a nossa newsletter para receber as novidades e o melhor da sua cidade. + Os melhores restaurantes em Lisboa Têm então uma parte de snacks, para pedir no bar no lobby do restaurante e comer nas mesas altas, ou como entrada, sentado à frente do chef na cozinha aberta ou na esplanada interior luminosa, qual oásis no meio do restaurante. Para gerir a cozinha trouxeram o chef, também ele argentino, Diego Giganti, que já passou por restaurantes estrelados em França e Espanha, como o Girassol, em Alicante.
Rua Dom Pedro V, Nº 56 D, Lisboa
De entre os pratos que não saem da carta, está ainda a mousse, espumosa, que, embora gostosa, me deixou menos feliz do que o arroz melhores restaurantes principe real doce frito. Nessa altura, a carta introduziu petiscos tradicionais de chef, do caldo verde aos peixinhos da horta, e um prato de bacalhau diferente por cada dia da semana. Mateus Freire marcou a nova era do histórico restaurante do Príncipe Real, casa popular que se actualizou com tino, já em 2018.
Cidade Online
Uma nota ainda para as entradas. Nos ramens com caldo à base de frango, o ovo ajitama (cozinhado no ponto) pode vir de série, sempre com chashu. É essa a lotação máxima do espaço, sendo que, quando esgotado, fica tudo juntinho como no metro de Shinjuku. A porta está fechada, mas assim que alguém irrompe, a anfitriã atravessa as cortinas “noren” que separam a cozinha da sala e vem ao seu encontro. O restaurante Espadarte, insere-se no SANA Sesimbra Hotel, a escassos metros da praia de Sesimbra, o que lhe permite oferecer uma agradável vista para o mar, … Restaurante/Marisqueira a servir pratos onde predominam os peixes e mariscos.
Do museu à livraria, dos restaurantes às lojas, a Rua da Escola Politécnica guarda clássicos e novidades que não pode perder no Príncipe Real. Esta coffee shop perto do Marquês tem os melhores cafés da cidade, garante o dono, Mário Cajada. Luzes a meio gás, madeiras e veludos a forrar o espaço, sala de jogos, cocktails trabalhados e cartas com selecções vastas, que vão dos chás aos pratos.
A cadeia de restaurantes de comida saudável Honest Greens inaugurou, em Dezembro de 2023, o seu sétimo espaço, na Calçada Patriarcal, Príncipe Real. As melhores coisas da vida são gratis Tanto há tascas tradicionais a preços acessíveis como um estrela Michelin, restaurantes de diferentes latitudes, espaços pensados para levar a família e restaurantes que à noite viram discotecas. Mas entre as mais recentes novidades estão o o chef Matheus Franklin e uma carta renovada, assente na partilha.
Jamie’s Italian Lisboa
Trabalharam como consultores no hotel Mandarin Oriental e no Chiltern Firehouse, este último o restaurante do português Nuno Mendes em Londres e a ligação à gastronomia, e a Portugal esteve sempre lá, até porque a mãe de Alexis nasceu em Lisboa. A história do novo restaurante do Príncipe Real poderia começar assim mas Agnes e Alexis Bourrat são muito mais do que dois estrangeiros que se apaixonaram por Lisboa. Dois estrangeiros apaixonaram-se por Lisboa e mudaram de vida. Pode ser visto na última sala do restaurante, que também é a maior. Já nos pratos principais pode experimentar mais bacalhau, o à Zé do Pipo (16€), bitoque do lombo (14€), ensopado de borrego com hortelã (16€) ou a passada de peixe com puré de legumes (32€ para duas pessoas). A cozinha fecha durante o período da tarde, entre os almoços e os jantares, mas é sempre possível petiscar qualquer coisa.
- Diz-se que Lisboa é a nova Berlim e foi isso que pensou a indiana Aparna Aurora, a dona do Chutnify, que depois de se estrear em 2014 na cidade alemã chegou em Agosto de 2017 a Lisboa.
- Na ementa, os pratos portugueses mantêm-se, se bem que com algum toque de modernidade.
- Era jovem e era teso e tinha de me safar a comer em restaurantes étnicos.
- O menu é feito de clássicos e uma carta de vinhos maioritariamente biológica, com propostas portuguesas e italianas.
Cocktail Bar
Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora. Quando passa à porta, são os sons da bossa nova e do jazz que convidam turistas e vizinhança a parar para fazer a merecida pausa entre o trabalho e o regresso a casa. É um dos primeiros oyster bars da cidade, com ostras frescas a acompanhar na perfeição os cocktails da carta. Não faltam ideias para beber um copo no Príncipe Real, um dos bairros mais cool da cidade – e, provavelmente, um dos mais movimentados também e com novidades sempre à espreita. Para finais de tarde felizes ou longas noites de copo na mão, estes são os melhores sítios para beber um copo no Príncipe Real.
O Pavilhão Chinês foi inaugurado a 18 de Fevereiro de 1986 por Luís Pinto Coelho (Procópio, A Paródia e Fox Trot) e continua a ser um ponto obrigatório para muitos visitantes da cidade. Ali não é preciso muito, só a vontade de apreciar este néctar e gosto pelas coisas boas e simples da vida. Mas são os vinhos e os petiscos, protagonistas deste espaço, que o convencem a ficar.
Onde comer bem no Príncipe Real
Passados 60 anos, o histórico bar e restaurante da Rua do Século, inaugurado em 1964, foi comprado pelo grupo que detém o Café de São Bento. O espaço é pequeno, mas há lugar para mais de trinta pessoas divididas entre as mesas e o balcão, onde decorre a maior parte da acção. Não faz parte da nova vaga de esplanadas moderninhas e nem precisa de estar nos roteiros da cidade para estar sempre cheio.
Restaurantes de comida tradicional há muitos, nem tantos a abrir, e poucos com um chef com nome feito na praça a dar-lhe forma. Stracciatella e Morango são dos sabores mais pedidos, mas a carta é variada e promete mudar a oferta com regularidade. A loja é o quinto espaço da família Rivolta, que tem como lema “Privilegiar a excelência do produto e a satisfação do cliente”. Este é o primeiro espaço fora do Brasil, onde já existem oito, e traz o mesmo conceito que por lá vinga há 44 anos – uma livraria de bairro com uma curadoria literária única e programação cultural a condizer. Podendo, é juntar a esta equação a esplanada com buganvílias, coisa que mais parece um jardim, tanto no restaurante do Príncipe Real como no do Parque das Nações. Em tempos já satisfez os caprichos de clientela bem mais selecta, dos Kennedy a casas reais por toda a Europa.